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Caiçara: mar subindo e lagosta sumindo…

admin | 16 de outubro de 2007

Seu Nelinho

Caiçara é conhecida como “a cidade que o mar está levando”. Na verdade, nestes últimos dez anos, o mar não avançou tanto como se esperava. Bom aperitivo para discutir aquecimento global e consequentemente a subida dos oceanos. Na noite de lua cheia, sentados ao vento fresco, muitas histórias de pescador com os nativos. Pela manhã fomos conversar com Manoel Elias de Almeida, o Nelinho, presidente da Colônia de Pescadores Z-1 (84-3696-0312) que confirmou as dúvidas sobre a subida do mar mas, firme e forte, confirmou, a lagosta está acabando …

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Diogo Lopes: Som alto é crime!

admin | 14 de outubro de 2007

Diogo Lopes

Uma das maiores surpresas até agora foi a visita a Diogo Lopes. Há dez anos dormimos numa casa ampla e branca recebidos por uma pessoa de barbas fartas, nome meio indiano, o Subhadro. Cabeludos e barbudos falávamos de nossos sonhos, de um lugar preservado onde as pessoas trabalhariam felizes e donas de seus narizes. Sem preconceito, numa parceria com a PETROBRAS, que desenvolve intensa atividade na área, Subhadro tornou realidade, junto com a comunidade, uma série de projetos verdadeiramente sustentáveis. Para começar, na entrada da cidade há uma placa que diz: Som alto é crime! Uma das primeiras manifestações contra esta tão pouco comentada agressão ao meio ambiente, o som alto dos carros, muito em prática em todo o litoral do Brasil, principalmente no norte-nordeste. Transformaram a vila e o entorno em UC – unidade de conservação e ali quem manda é a comunidade. No Rancho Centro PETROBRAS de Desenvolvimento Sustentável, espaço físico onde os estudantes praticam esporte, teatro, computação, etc. conversamos com o Adaílton, jovem filho de pescador, “discípulo” de Subhadro, que nos contou como funciona este pedaço de paraíso. Ficou curioso para saber mais? Ligue para o Rancho: 84-3521-9069.

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Areia Branca e Macau: terra do sal!

admin | 12 de outubro de 2007

Ponta do Mel

Chegamos a tempo de pegar a balsa de Grossos para Areia Branca, entrando então na área salineira do Rio Grande do Norte. Aparentemente a indústria do sal não gera problemas ambientais graves. É claro que a mecanização fez com que um grande contingente de trabalhadores ficasse desempregado, causando por sua vez problemas sociais na periferia destas cidades. Um pouco mais adiante e chegamos a Macau, a outra grande produtora de sal do RN. Fica na lembrança um céu sempre muito azul e uma brisa constante. O sal vive disto, do sol e do vento. Entre Areia Branca e Macau a Ponta do Mel, cujas cabras e dunas vermelhas fizeram com que a apelidássemos de “Iêmel”: Iêmen + Mel.

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Icapuí: bilros e turismo responsável

admin | 8 de outubro de 2007

A divisa do Ceará com o Rio Grande do Norte é a cidade de Tibau, em território potiguar. A divisa é feita por uma rocha esculpida pelo mar, mas sua travessia é tranqüila, tendo em vista que se formou ali quase que uma espécie da passarela.
Ainda em território cearense, mais precisamente na Praia do Ceará. A praia é reta, pouco inclinada e de areia batida, excelente para caminhada. Depois vem Barrinha, Manibú, Arrombada, Peixe Gordo, Melancias, Tremembé, Quitéria, Reguenguela, Olho D`água, Icapuí e Cajuás.

Pousada Tremembé

No Tremembé não deixe de conhecer o trabalho de turismo responsável desenvolvido pela ONG italiana Associação Tremembé Onlus e pela Associação Caiçara de Icapuí. Na vila de pescadores de Melancias pode-se apreciar as rendeiras que trabalham com a renda de bilro.

Dona Marinete

A partir da praia de Tremebé entramos numa região de salinas. Uma opção é entrar no povoado de Ibicuitaba e daí seguir até Icapuí. Na pracinha central podemos ver tudo bem arborizado, limpo, com as casinhas pintadas de várias cores e um povo alegre e receptivo que saberá indicar com precisão qual o melhor lugar para comer (a melhor pasta da cidade se come na casa do Padre Lopes, com direito a apreciar sua fabulosa coleção de posters políticos) e dormir nesta jornada, 20 km, de nossa caminhada. Contato com a Associação Caiçara – Padre Lopes – 88-99646451

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Ponta Grossa – Icapuí: pescadoras de corpo e alga

admin | 6 de outubro de 2007

Seu Mundinho

Aqui a caminhada é tranqüila, 20 km. O ideal depois de ter feito uma expedição a Quitéria, Requenguela e Matumba, tendo como base Icapuí, é conhecer Barrinha, onde o Seu Mundinho pode apresentar a revolucionária fábrica de cosméticos feitos de alga marinha. O nome dos produtos não podia ser mais sugestivo – Mulheres de Corpo e Alga. A partir de Barreiras, um pequeno povoado onde barzinhos à beira da praia podem nos servir de base (água) para a caminhada, começamos a encontrar as falésias. A força das ondas vai esculpindo essas paredes que com o passar do tempo, vão desmoronando. A grande parte dela está recuada do mar, não podendo mais ser atingidas por este. Mas em determinados locais, principalmente nas pontas das praias, o trabalho do mar se faz intensamente. Atenção! Pois nesses pontos (ex: Ponta Grossa, Redonda) a maré cheia dificulta ou impede a passagem, já que as ondas tornam a travessia perigosa, sem falar nos arrecifes em meio às águas que exigem atenção dos trekkers. Esses arrecifes são restos das antigas paredes que caíram e estão sendo erodidas pelo mar. Mas independente de qualquer coisa as falésias, em seus tons vermelhos, laranjas e amarelos são sempre belíssimas. Tanto vistas pelas praias ou pelo belo visual que propiciam de cima. O espetáculo proporcionado pelo nascer do sol, refletindo nas falésias, é imperdível. É basicamente esse visual que o trekker vai ter de Icapuí a Ponta Grossa.

Sidinéia

Procure informar-se das marés com pescadores locais, principalmente se estiver na vila de pescadores (e pescadoras!) da Redonda, onde conhecemos a Sid, a pescadora cineasta que mostra o seu dia-a-dia apesar do preconceito dos que acreditam que o mar não é lugar de mulher. Para saber mais sobre esta figura, acesse www.revelandoosbrasis.com.br, ou entre em contato pelo email sidneialuzia@uol.com.br, ou pelo telefone 88-9903-5162.

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Canoa Quebrada – Ponta Grossa: praias de Lua e Estrela

admin | 2 de outubro de 2007

Canoa Quebrada

Na caminhada de Canoa Quebrada a Ponta Grossa o destaque fica por conta do belo visual que a todo tempo nos proporciona a imensa baía. As altas falésias avermelhadas que encontramos de Ponta Grossa a Icapuí agora dão lugar a falésias de cor mais amarelada, ocre, bastante erodidas, menores em altura, com regatos d`água. Atenção! Verifique a origem dos regatos para não beber água contaminada! Desta vez, vamos puxar um pouco mais o passo. Serão 30 km pelas praias de Ponta Grossa, Retiro Grande, Retirinho, Fontainha, Lagoa do Mato, Quixaba, Marjorlâdia e Canoa Quebrada. Aqui as falésias, cobertas às vezes por dunas, outras por coqueiros e algumas por quedas d`água, predominam.

Classilogravura

De suas areias multicoloridas que podem ser observadas na caminhada é feito riquíssimo artesanato de areia em garrafas. Canoa Quebrada, antiga vila de pescadores descoberta pelos hippies na década de 70 é hoje o coração do litoral leste. Aqui conversamos com o Evânio, nascido e criado em Canoa, que tal e qual o Zé Patinha de Jeri nos deu uma visão geral da transformação destas vilas de pescadores em destinos turísticos internacionais.
Dê uma parada por aqui e curta um pouco de mordomia. E claro, não deixe também de curtir os famosos forrós onde a nativada e os turistas fazem a festa. Afinal, depois de 30 km você merece essa mordomia. Vá ainda até Aracati e conheça o importante patrimônio histórico e arquitetônico colonial sem deixar de antes fazer uma caminhada pelas dunas próximas a Canoa à tarde, contemplando o pôr do Sol.

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Artesãos da areia

admin | 29 de setembro de 2007

Praia da Redonda

A região leste, que vai de Fortaleza até Tibau – RN, tem 200 km e aproximadamente 1/3 de todo o litoral cearense. Aqui o litoral é mais habitado e além das dunas, que predominam em todo litoral cearense, vamos encontrar um grande trecho de belíssimas e multicoloridas falésias. São imensos paredões próximos ao mar que são incessantemente castigados pelas ondas das marés altas. De tanto em tanto esses paredões caem, deixando nas praias um testemunho da força do mar.

Seu Nelito e família

A beleza de suas areias multicoloridas proporciona matéria prima para os artesãos das comunidades locais que fazem belos desenhos dentro de garrafas. Em Majorlândia, próximo a Canoa Quebrada, você pode encontrar o seu Nelito, um exímio expoente da arte da classilogravura. Você pode entrar em contato com ele pelo telefone 88-3421-8200 (telefone público) ou pelo email de sua filha: erica.majorlandia@hotmail.com.br.

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À caminho de Fortaleza

admin | 26 de setembro de 2007

Preá

Zé Chagas
Nesta vila de pescadores próxima a Jeri fomos levados por nosso amigo Lúcio Santos do Parque Nacional de Jericoacoara – IBAMA a conversar com o Seu Zé Chagas. Mais uma vez a conversa girou em torno da pesca, de como era a vida antes da luz elétrica, da chegada dos turistas e de todo este agito que vive Jeri e a região próxima.

Almofala

Depois de 10 anos uma grande emoção ao revisitar a base do Projeto TAMAR – IBAMA em Almofala. Vimos o início de um árduo trabalho e agora a base funcionando a todo vapor, principalmente as práticas de educação ambiental com as crianças. Saiba mais com o biólogo Marcello Spiandorin – 88-36672020.MundaúMundaú
Mundaú é uma das mais belas bocas de barra do Ceará. A estrada passa por dentro das dunas e desemboca dentro de um rio de águas verdes. Na margem leste o mar avançou bem.

Lagoinha

Lagoinha
Lagoinha sempre foi considerada uma das praias mais belas do Ceará. Está toda tomada por bares, barracas e vendedores do que se possa imaginar. Construiu-se em cima das dunas e parece que agora já estamos entendendo o que é a tal “invasão estrangeira”.

Pecém

Porto de Pecem
Pecém merece uma análise toda especial. Na praia existe um porto, não um porto de pescadores, mas um porto “de verdade”, daqueles de exportação. Fomos visitá-los e fomos muito bem recebidos, mas não pudemos filmar ou fotografar seu interior. Desde já sabemos que o estudo dos portos vai ser crucial nas análises sócio-ambientais no decorrer do projeto. Quer mais informações? Acesse www.cearaportos.ce.gov.br.

Icaraí

Erosão em Icaraí
Icaraí é uma praia semi-urbana, próxima a Fortaleza. Parece que na década de 70 todos queriam ter uma casa na praia e compravam seus lotes e saíam construindo qualquer coisa.
O tempo passou, as crianças cresceram e não queriam mais passar as férias com os pais. Vieram os assaltos e hoje muitas destas casas estão mal conservadas ou abandonadas. As que foram construídas “dentro” do mar agora estão sendo devoradas pelo voraz Atlântico.

Fortaleza
Duas experiências bem contrastantes, porém bastante gratificantes: na primeira uma entrevista com o simpático e bem falante Presidente da ABIH – Associação Brasileira da Indústria Hoteleira – CE Manoel Linhares, que nos falou do esforço que os hoteleiros vem fazendo para desassociar Fortaleza do estigma de cidade do turismo sexual como também da série de medidas voltadas para profissionalizar o turismo no Ceará, principalmente no que diz respeito à mão de obra

Depois fomos passar o domingo no conjunto Palmeiras, já bastante conhecido pela experiência com o Banco Palmas. Nossa amiga Beth, nos recebeu para um almoço comunitário e depois passamos a tarde visitando um projeto muito criativo, de turismo solidário. Através de empréstimos da ONG italiana Associação Tremembé Onlus as famílias reformam suas casas para receber turistas estrangeiros. É uma experiência fantástica esta troca de visões de mundo, o que poderíamos chamar até de turismo social, e porque não político.

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Caminhando de Nova Tatajuba até Jericoacoara

admin | 22 de setembro de 2007

Pôr-do-sol em Jericoacoara

Jericoacoara é considerada, e com razão, uma das mais belas praias do Brasil. A vila integra agora um Parque Nacional e para chegar até lá é aconselhável um veículo com tração nas quatro rodas ou a pé. Ali ficamos hospedados na Pousada do Zé Patinha, nativo que presenciou a transformação da antiga comunidade de pescadores na hoje internacional Jeri. Indo em direção a Mangue Seco deixamos as imensa dunas de Jeri para atravessarmos uma das paisagens mais exóticas do litoral brasileiro. O nome Mangue Seco tem toda razão de ser. Encontramos, na beira da praia, uma vegetação de mangue já completamente morta e que em alguns momentos nos lembra uma floresta petrificada. A caminhada por estes tocos pontiagudos nos faz lembrar aquelas aventuras pré-históricas no cinema.

Nova Tatajuba

Atravessando o rio Guriú, que só é possível ser feito por balsa, seguimos em frente desde Nova Tatajuba. Considerada uma das paisagens mais belas da região, fica às margens da foz do lago Grande. Como em toda região, há predomínio de dunas que inclusive já soterraram a vila original (Velha Tatajuba). Em Nova Tatajuba não deixe de conhecer o Seu Manoel Pedro, grande conhecedor da história local, simpático e hospitaleiro, tem excelente comida caseira além de hospedar os visitantes em sua Pousada Brisa do Mar a preços camaradas.

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Bitupitá até Nova Tatajuba

admin | 18 de setembro de 2007

Porto de Camocim

De Camocim até Nova Tatajuba uma tranqüila caminhada, mas muita atenção na chegada à foz do rio Coreaú. Certifique-se bem das condições do barco que irá atravessá-lo se não for de balsa, pois a barra é grande e perigosa. Mas, enquanto o barco não vem admire a bela Camocim. Esta cidade centenária será base para explorarmos as primeiras praias do litoral cearense. Ali, conhecemos o Ugo, um italiano que administra o resort Boa Vista Residence. Daqui em diante, esta discussão sobre a chegada de estrangeiros que estão “comprando” o litoral brasileiro vai ficar mais acelerada. Vimos ali uma arquitetura totalmente integrada à região, preocupação com o meio ambiente e mais importante, Ugo Covin e a esposa moram em Camocim e fazem questão de vivenciar a realidade local. Ali perto encontraremos uma região extremamente árida, como a praia de Caraúba, próxima a Camocim, porém ainda pouco habitada. Mais à frente muitos arrecifes e uma grande surpresa, as praias de Maceió e Barrinha. Ali, numa pequena baía, encontramos bastante verde, que vem tanto da grama que cresce em torno as pequenas lagoas (o termo Maceió significa: pequenas lagoas próximas ao mar) como também dos coqueiros ao fundo. A vila de pescadores é muito tranqüila e hospitaleira e não há como resistir em dar uma parada para tomar uma água de coco. Refrescar-se é importante porque desde a Barra dos Remédios é mais uma longa e extenuante caminhada em meio a uma região muito árida mas que recompensa pelo esforço feito. Às margens da lagoa dos Remédios, jegues e cabritos pastando próximos às dunas que com a força dos ventos vão cobrindo a vegetação de mangue e penetrando lagoa a dentro. Ali, mais uma caminhada desde a Ponta de Bitupitá, a primeira praia do Ceará, na divisa com o Piauí.

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