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À caminho de Fortaleza

admin | 26 de setembro de 2007

Preá

Zé Chagas
Nesta vila de pescadores próxima a Jeri fomos levados por nosso amigo Lúcio Santos do Parque Nacional de Jericoacoara – IBAMA a conversar com o Seu Zé Chagas. Mais uma vez a conversa girou em torno da pesca, de como era a vida antes da luz elétrica, da chegada dos turistas e de todo este agito que vive Jeri e a região próxima.

Almofala

Depois de 10 anos uma grande emoção ao revisitar a base do Projeto TAMAR – IBAMA em Almofala. Vimos o início de um árduo trabalho e agora a base funcionando a todo vapor, principalmente as práticas de educação ambiental com as crianças. Saiba mais com o biólogo Marcello Spiandorin – 88-36672020.MundaúMundaú
Mundaú é uma das mais belas bocas de barra do Ceará. A estrada passa por dentro das dunas e desemboca dentro de um rio de águas verdes. Na margem leste o mar avançou bem.

Lagoinha

Lagoinha
Lagoinha sempre foi considerada uma das praias mais belas do Ceará. Está toda tomada por bares, barracas e vendedores do que se possa imaginar. Construiu-se em cima das dunas e parece que agora já estamos entendendo o que é a tal “invasão estrangeira”.

Pecém

Porto de Pecem
Pecém merece uma análise toda especial. Na praia existe um porto, não um porto de pescadores, mas um porto “de verdade”, daqueles de exportação. Fomos visitá-los e fomos muito bem recebidos, mas não pudemos filmar ou fotografar seu interior. Desde já sabemos que o estudo dos portos vai ser crucial nas análises sócio-ambientais no decorrer do projeto. Quer mais informações? Acesse www.cearaportos.ce.gov.br.

Icaraí

Erosão em Icaraí
Icaraí é uma praia semi-urbana, próxima a Fortaleza. Parece que na década de 70 todos queriam ter uma casa na praia e compravam seus lotes e saíam construindo qualquer coisa.
O tempo passou, as crianças cresceram e não queriam mais passar as férias com os pais. Vieram os assaltos e hoje muitas destas casas estão mal conservadas ou abandonadas. As que foram construídas “dentro” do mar agora estão sendo devoradas pelo voraz Atlântico.

Fortaleza
Duas experiências bem contrastantes, porém bastante gratificantes: na primeira uma entrevista com o simpático e bem falante Presidente da ABIH – Associação Brasileira da Indústria Hoteleira – CE Manoel Linhares, que nos falou do esforço que os hoteleiros vem fazendo para desassociar Fortaleza do estigma de cidade do turismo sexual como também da série de medidas voltadas para profissionalizar o turismo no Ceará, principalmente no que diz respeito à mão de obra

Depois fomos passar o domingo no conjunto Palmeiras, já bastante conhecido pela experiência com o Banco Palmas. Nossa amiga Beth, nos recebeu para um almoço comunitário e depois passamos a tarde visitando um projeto muito criativo, de turismo solidário. Através de empréstimos da ONG italiana Associação Tremembé Onlus as famílias reformam suas casas para receber turistas estrangeiros. É uma experiência fantástica esta troca de visões de mundo, o que poderíamos chamar até de turismo social, e porque não político.

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Caminhando de Nova Tatajuba até Jericoacoara

admin | 22 de setembro de 2007

Pôr-do-sol em Jericoacoara

Jericoacoara é considerada, e com razão, uma das mais belas praias do Brasil. A vila integra agora um Parque Nacional e para chegar até lá é aconselhável um veículo com tração nas quatro rodas ou a pé. Ali ficamos hospedados na Pousada do Zé Patinha, nativo que presenciou a transformação da antiga comunidade de pescadores na hoje internacional Jeri. Indo em direção a Mangue Seco deixamos as imensa dunas de Jeri para atravessarmos uma das paisagens mais exóticas do litoral brasileiro. O nome Mangue Seco tem toda razão de ser. Encontramos, na beira da praia, uma vegetação de mangue já completamente morta e que em alguns momentos nos lembra uma floresta petrificada. A caminhada por estes tocos pontiagudos nos faz lembrar aquelas aventuras pré-históricas no cinema.

Nova Tatajuba

Atravessando o rio Guriú, que só é possível ser feito por balsa, seguimos em frente desde Nova Tatajuba. Considerada uma das paisagens mais belas da região, fica às margens da foz do lago Grande. Como em toda região, há predomínio de dunas que inclusive já soterraram a vila original (Velha Tatajuba). Em Nova Tatajuba não deixe de conhecer o Seu Manoel Pedro, grande conhecedor da história local, simpático e hospitaleiro, tem excelente comida caseira além de hospedar os visitantes em sua Pousada Brisa do Mar a preços camaradas.

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Bitupitá até Nova Tatajuba

admin | 18 de setembro de 2007

Porto de Camocim

De Camocim até Nova Tatajuba uma tranqüila caminhada, mas muita atenção na chegada à foz do rio Coreaú. Certifique-se bem das condições do barco que irá atravessá-lo se não for de balsa, pois a barra é grande e perigosa. Mas, enquanto o barco não vem admire a bela Camocim. Esta cidade centenária será base para explorarmos as primeiras praias do litoral cearense. Ali, conhecemos o Ugo, um italiano que administra o resort Boa Vista Residence. Daqui em diante, esta discussão sobre a chegada de estrangeiros que estão “comprando” o litoral brasileiro vai ficar mais acelerada. Vimos ali uma arquitetura totalmente integrada à região, preocupação com o meio ambiente e mais importante, Ugo Covin e a esposa moram em Camocim e fazem questão de vivenciar a realidade local. Ali perto encontraremos uma região extremamente árida, como a praia de Caraúba, próxima a Camocim, porém ainda pouco habitada. Mais à frente muitos arrecifes e uma grande surpresa, as praias de Maceió e Barrinha. Ali, numa pequena baía, encontramos bastante verde, que vem tanto da grama que cresce em torno as pequenas lagoas (o termo Maceió significa: pequenas lagoas próximas ao mar) como também dos coqueiros ao fundo. A vila de pescadores é muito tranqüila e hospitaleira e não há como resistir em dar uma parada para tomar uma água de coco. Refrescar-se é importante porque desde a Barra dos Remédios é mais uma longa e extenuante caminhada em meio a uma região muito árida mas que recompensa pelo esforço feito. Às margens da lagoa dos Remédios, jegues e cabritos pastando próximos às dunas que com a força dos ventos vão cobrindo a vegetação de mangue e penetrando lagoa a dentro. Ali, mais uma caminhada desde a Ponta de Bitupitá, a primeira praia do Ceará, na divisa com o Piauí.

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Dunas e lagoas

admin | 14 de setembro de 2007

Praia de Flexeiras

A região que vai de Bitupitá (extremo oeste do Ceará, divisa com o Piauí) à Fortaleza é a mais extensa e selvagem. Com exceção da região que vai da Barra do Ceará até Cumbuco, que é bem próximo à área urbana de Fortaleza e dispõe de infra-estrutura, encontramos ali praias ainda pouco exploradas pelo turismo e que terão como base as cidades de Camocim, Jericoacoara, Acaraú, e Paracuru. Aqui predominam as dunas e a beleza fica por conta das lagoas, de todos os tamanhos, que pontuam a região. Por serem menos habitadas o trajeto entre uma praia e outra (povoado) deve ser feito com muito cuidado, prestando bastante atenção na quilometragem a ser feita, rios para atravessar, marés e na possibilidade de se obter água.

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Dicas de A a Z para trekking.

admin | 12 de setembro de 2007

a) mochila: 50 litros aproximadamente, de 6 a 8 quilos;
b) sandálias: apropriadas ao trekking, que possam molhar. Tênis ou botas pesam na areia e não podem ser molhados.
c) camisetas de algodão. Levar uma de manga comprida para o sol do dia e a brisa da noite.
d) bermuda leve e roupa de banho
e) boné
f) óculos escuros
g) protetor solar
h) tábua de maré
i) máquina fotográfica e vídeo
j) GPS
l) saco de dormir, barraca e alimentos. Fazer uma análise antes do percurso para ver se há necessidade.
m) água. Nunca esquecer!
n) Guia de Praias 4 Rodas.
o) não leve em sua mochila o “livro de sua vida” de 400 páginas, além de pesar vai te impedir de conhecer a comunidade. Vá ao bar, converse com o pescador, com a rendeira, com as crianças.
p) quantos quilômetros andar? Nossas trilhas estão programadas para percorrer de 15 a 30 quilômetros por dia. A média de um pescador é de 6 km/hora (uma légua). O ideal é perfazer em média 6 horas por dia o que dá um total de 30 km. O número de km/dia vai depender do tipo de praia (se é plana ou inclinada, areia fofa ou batida), da travessia de rios, falésias, etc. A experiência do caminhante, o número de pessoas no grupo, a faixa etária (se é composto por crianças ou idosos deve ter uma atenção especial), além da maré, são fatores que influenciam no número de quilômetros andados por dia.
q) alimentação: prove da cozinha regional. É uma oportunidade de entrar em contato com as comunidades locais.
r) hospedagem: pelo mesmo motivo, hospede-se na pousada dos nativos.
s) roteiros; seja criativo, invente um roteiro.
t) navegação-localização: sem problemas. O litoral é retilíneo, e isto é uma grande vantagem. No caso do litoral cearense, pode-se ir de leste a oeste. Procure informar-se com pescadores sobre rios, marés, obstáculos em geral. Porém, alguma aventura sempre há de acontecer.
u) números de pessoas. Não existe um número limitado de pessoas para a prática do trekking. O ideal é não reunir um número muito grande de pessoas para não agredir tanto a natureza como as comunidades mais primitivas, mais isoladas.
v) comportamento: como já foi dito, respeite a fauna, a flora e as comunidades locais. Levar saco de lixo é imprescindível.
x) não seja atrevido, saiba recuar nos momentos difíceis, em que você não tem o domínio da situação, na travessia de um rio, por exemplo.
z) cobras, insetos e acidentes: a melhor forma de evitá-los é o respeito, o cuidado. Caso aconteça lembre-se que num limite máximo de 15 km há uma cidade ou um povoado. O ideal é que alguém vá buscar ajuda se houver gravidade.

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Ceará: sol, dunas e falésias.

admin | 10 de setembro de 2007

Praia de Flexeiras

O Ceará possui 577 dos 8.000 km de praias do litoral brasileiro. Os ecossistemas predominantes são as dunas, que são cortadas por pouquíssimos rios, devido à aridez da região. A peculiaridade é que este litoral é centrado pela bela cidade de Fortaleza, balizada ao leste por Canoa Quebrada (Costa Sol Nascente) e a oeste por Jericoacoara (Costa Sol Poente). Esta localização quase que simétrica destas cidades em relação à Fortaleza é uma grande vantagem para o viajante, principalmente para o praticante do trekking (ver definição de trekking em matéria passada sobre os Lençóis Maranhenses). Fortaleza serve de base para conhecer as regiões próximas a Canoa Quebrada e Jericoacoara, nos dois extremos.Trekking no litoral do Ceará.

Jericoacoara
Devido ao caráter árido do litoral cearense são poucos os grandes rios a serem atravessados, o que sempre dificulta os praticantes do trekking. Mesmo estes poucos como o Jaguaribe, Choro, Mal Cozinhado, Acaraú e Coreaú, têm sempre uma canoa ou uma jangada que volta do mar para nos atravessar, quando não uma balsa. As praias do Ceará são excelentes para caminhada, pois são em sua maioria pouco inclinadas e de areia batida (dissipativas). Nas baixas marés elas se tornam verdadeiros “tapetes”, o que facilita muito ao caminhante. A proximidade do Equador faz com que as temperaturas oscilem muito pouco. O forte calor é abrandado no litoral pelos ventos constantes e as 2.800 horas de sol por ano devem ser protegidas por um bom par de óculos escuros. Uma rede confortável de hotéis e pousadas estrategicamente localizadas permite que não se necessite levar barracas ou saco de dormir em grande parte do trajeto. Isto faz com que o caminhante leve pouco peso e possa caminhar mais e desfrutar das belezas desse litoral maravilhoso. De 20 em 20 km, no máximo, o ideal para caminhar em um dia, encontramos uma vila de pescadores onde podemos comer uma boa peixada, tomar uma cerveja gelada e bater um bom papo com essa gente hospitaleira que é capaz de oferecer sua própria rede em casos extremos.

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Serviço: Piaui

admin | 20 de agosto de 2007

Parnaíba

Hotelaria
Casa Inglesa
Av. Presidente Vargas, 253 – Centro
Fone: (86) 3322-4193

Ilha do Caju
Ilha do Caju, s/n – Araioses
www.ilhadocaju.com.br
www.icepbr.com
email: icep@icepbr.com

Restaurante
Sabor e Arte
Porto das Barcas, 21 – Centro
Fone: (86) 3322-1974

Agência de Turismo
Clip Turismo
Av. Presidente Vargas, 274 – Centro
Fone: (86) 3322-3129 ou 3323-9838
www.clipecoturismo.com.br

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Delta do Parnaíba – hoje!

admin | 18 de agosto de 2007

Delta do Parnaíba

Bela surpresa ter retornado a Parnaíba, a capital do Delta, novamente com nossos amigos Jenilson da Clip, o multimídia Zé de Maria e os sempre queridos Ingrid e Mario da Ilha do Caju. O velho casarão da família Clark que tinha sido adaptado para ser uma pousada foi ampliado mas não perdeu suas características, pelo contrário, ficou mais charmoso ainda. Numa noite discutimos bastante sobre este aspecto do turismo com a Ingrid, de como determinadas pessoas e até comunidades inteiras, matam a galinha dos ovos de ouro. Imediatistas, pensam em desfrutar ao máximo o seu produto, não levando em conta o futuro e desprezando itens que são fundamentais, como bom gosto e atendimento.

Delta do Parnaíba

A outra grande surpresa foi a criação do Instituto Ilha do Caju. Numa reunião com os vários pesquisadores que estão trabalhando em parceria com o Instituto conhecemos gente, na maioria biólogos, vindos do Rio de Janeiro como também da própria Parnaíba, todos muito jovens e cheios de energia, falando com carinho dos seus jacarés, cobras, lagartos e aranhas. Já na ilha fomos logo visitar o Mirante, instalado sobre uma das dunas mais altas da ilha e de onde se pode contemplar desde o mar, às lagoas, dunas, restingas, alagados além do sol se pondo quase paralelo a lua crescente. Por toda a noite e madrugada adentro estivemos com esta rapaziada intrépida, com uma paciência beirando ao zen na espera e captura de jacarés para serem medidos, pesados e catalogados. Mario nos conta detalhadamente que se queremos preservar de fato a natureza temos não só que deixar de agredir a fauna e a flora, mas também estar em sintonia total com as comunidades do entorno como também estudar exaustivamente este ecossistema para então fazer parte dele.

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Delta do Parnaíba – 10 anos atrás!

admin | 14 de agosto de 2007

A ilha do Caju é o lugar por excelência para se conhecer o Delta do Parnaíba. Localizada na parte maranhense, ela oferece um painel dos vários ecossistemas que compõem o Delta: praias, dunas, lagoas, além da vegetação que vai da restinga, passando por coqueiros até carnaubais. Os anfitriões para esta aventura que começa na sempre bela e arejada Parnaíba são a Ingrid e o Mario. Filha de ingleses, cujos antepassados viviam do comércio em Parnaíba, Ingrid foi a grande responsável pela transformação da ilha no que é hoje, uma unidade de conservação com referências internacionais. Mario, seu companheiro, é um catalão que além de trazer uma larga experiência com o turismo é um cozinheiro de mão cheia. Ficamos hospedados em Parnaíba no casarão da família Clark, hoje transformado em pousada. São mais de cem anos de histórias, com móveis e utensílios que pouco mudaram com o passar deste século. Ficar sentado numa daquelas amplas poltronas, lendo ou simplesmente saboreando o café e o licor de jenipapo depois do jantar é uma experiência inigualável, que deve ser vivida intensamente até que seja anunciada a partida para a ilha do Caju. A viagem é feita no barco próprio da Pousada do Caju e nos proporciona um primeiro contato com a exuberância do Delta. Fomos seguindo pelo rio Parnaíba até que este se transformasse em uma infinidade de canais onde só os mais experientes podem navegar. A vegetação de mangue começa a predominar e com ela os milhares de pássaros e caranguejos até que surja uma duna onde o barco pode fazer uma parada e possamos nos deliciar na água meio rio meio mar. A chegada na ilha é da forma mais discreta possível e a impressão que temos não é a de estar hospedado numa pousada, mas sim numa fazenda, daquelas seculares, como realmente foi a sede na ilha. Os chalés são amplos e rústicos, e as camas são aquelas imensas com colchas e lençóis sempre muito alvos além de imensos cortinados para não deixar dúvidas sobre a presença de mosquitos. No dia seguinte, depois do farto café da manhã, começam as atividades. Estávamos num grupo de seis pessoas e na ilha os grupos costumam não ser numerosos, já prevendo o impacto ambiental. Tudo indicava que seria uma bela jornada.

Delta do Parnaíba

Nossa primeira “tarefa” foi conhecer o mangue de perto e um nativo foi conosco para mostrar como se cata o caranguejo. Tudo bem que já conhecíamos bem o ecossistema mangue, mas para a Bárbara, a suíça, que nunca tinha visto mangue na vida… Fiquei lembrando da primeira vez que vi neve nos Alpes italianos, da minha cara de bobo. A surpresa foi que o nativo não se limitou a mostrar como se pega o caranguejo, mas também nos convidou a entrar na lama para a festa. Fomos para uma parte do mangue onde não havia vegetação, só lama, e aos poucos todos foram entrando e não demorou muito já estava uma verdadeira guerra de lama, tal e qual aquela que nos vemos nos filmes estrangeiros com a neve de Natal. Só que desta vez era Chico Science e o Mangue Beat! Depois de um bom banho pegamos os cavalos e fomos fazer o reconhecimento da ilha. Seguimos pela praia, mas aos poucos o calor e a falta de prática para cavalgar começaram a incomodar não a Bárbara, mas a Jean, o francês. Tivemos de parar algumas vezes, mas nada que inviabilizasse a caminhada. Nosso objetivo era chegar à parte oeste da ilha, onde as dunas são imensas e iríamos pernoitar. Logo Jean se recuperou e quando chegamos ao ponto indicado o sol já estava baixo, soprava uma brisa fresca e o astral era o melhor possível. Armamos as barracas, tomamos um banho de cuia, fizemos uma fogueira e ficamos ali sentados assando uma carne e comentando o dia. Além de mim, Canário, da Bárbara e Jean, estavam o nosso guia, além do Paulo, um arquiteto paulista. A noite era escura, lua nova. Pouco saíamos de perto da aconchegante fogueira, somente para apreciar a Via Láctea sobre nossas cabeças, parecendo que podíamos tocá-la. A brisa ainda soprava morna e ficamos ali por um bom tempo, simplesmente contemplando. O prazer de estar cercado pela natureza tão selvagem naquele momento único, divino.

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Serviço: Maranhão (Lençóis)

admin | 10 de agosto de 2007

Lençóis Maranhenses

Hotelaria
Rancho do Buna
Tel: (98) 3349-5005
Cel: (98) 9616-9646
www.ranchopousada.com

Pousada Oásis dos Lençóis
A pousada da simpática Mazé
Paulino Neves – Rio Novo (entre Barreirinha e Tutóia)
Tel: (98) 3487-1012

Restaurante
Terraço das Preguiças
Restaurante com ótima comida e serviço rápido e simpático
Av. Beira Rio, 307 A – Barreirinhas, MA
Tel: (98) 3349-0422
Cel: (98) 9115-0299
Fax: (98) 3349-0570
Praia do Caburé, s/n – Caburé, MA
Cel: (98) 9114-2114

Guias
Trilhas dos Lençóis Maranhenses
Marciel Brito
legítimo descendente do seu Manuel Brito, da comunidade Queimada dos Britos
R. 31 de Março, s/n – Bairro Ladeira
Tel: (98) 3349-0071
Cel: (98) 9147-6893
britoscaminhadas.gigafoto.com.br
britoscaminhadas@yahoo.com.br

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