{"id":142,"date":"2008-04-12T16:05:10","date_gmt":"2008-04-12T19:05:10","guid":{"rendered":"http:\/\/www.brasilpassoapasso.com.br\/blog\/?p=138"},"modified":"2008-04-12T16:05:10","modified_gmt":"2008-04-12T19:05:10","slug":"trekking-na-ilha-do-mel","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.brasilpassoapasso.com.br\/?p=142","title":{"rendered":"Trekking na Ilha do Mel"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" src=\"http:\/\/www.brasilpassoapasso.com.br\/images\/images_blog\/ilha_do_mel.jpg\" title=\"Ilha do Mel\" alt=\"Ilha do Mel\" height=\"228\" width=\"340\" \/><\/p>\n<p>Ilha do Mel, por si s\u00f3, j\u00e1 nos remete a uma id\u00e9ia de para\u00edso. Podemos acrescentar a isto o fato de que a maior parte dos seus 2.700 hectares foi transformada em reserva ecol\u00f3gica al\u00e9m do que ali n\u00e3o existem ruas e por sua vez carros. A ilha tem duas partes bem definida. A menor, voltada para o oceano, \u00e9 rochosa, possui far\u00f3is e \u00e9 a mais habitada. A maior, mais no interior da baia de Paranagu\u00e1 e plana e arenosa. E foi na praia da Encantada, na pousada do Barros, que nos hospedamos para conhecer a ilha pequena. Dia seguinte sa\u00edmos bem cedo para fazer o \u201cpequeno\u201d giro na ilha, calculado em n\u00e3o mais do que 10 km. A parte oce\u00e2nica foi bem tranq\u00fcila. Depois de explorarmos uma caverna constru\u00edda pelas ondas seguimos por tr\u00eas praias que eram separadas por pequenos pont\u00f5es e, detalhe, nem foi preciso levar \u00e1gua j\u00e1 que a todo o momento encontr\u00e1vamos uma nascente que os nativos canalizavam com bambus fazendo deliciosos bebedouros naturais. Tudo ia bem at\u00e9 quando avistamos o farol das Conchas e ent\u00e3o, para cortar caminho, resolvemos escalar um morro. Fomos subindo relativamente tranq\u00fcilos at\u00e9 o momento em que chegamos \u00e0 velha situa\u00e7\u00e3o do \u201cfalta pouco, mas \u00e9 dif\u00edcil\u201d e resolvemos arriscar.\u00a0 Chegou ent\u00e3o \u00e0 fase do \u201cestamos quase l\u00e1, mas tamb\u00e9m n\u00e3o da mais para voltar\u201d. Olh\u00e1vamos para baixo e v\u00edamos as ondas estourando nas rochas e percebemos que n\u00e3o havia a menor chance de retroceder. Sub\u00edamos devagar, bem devagar, numa opera\u00e7\u00e3o extremamente arriscada, at\u00e9 chegarmos ao topo. A dificuldade foi complementada por um \u201cpasseio\u201d em meio aos gravat\u00e1s e ao capinzal que nos cortavam e nos faziam co\u00e7ar um absurdo sob o sol de duas da tarde. Finalmente furamos o cerco e chegamos ao farol onde pudemos descansar e cuidar dos cortes. Mas o pr\u00eamio estava por vir ali, naquele dia, hora e lugar. A estreita faixa de areia (100 metros) que liga a ilha pequena com a grande estava sendo coberta pela mar\u00e9 alta de lua cheia. O fato era in\u00e9dito e n\u00f3s est\u00e1vamos ali para presenciar. Ficamos t\u00e3o absorvidos para ver tamb\u00e9m o por do sol que nem percebemos o tempo passar. A volta, que em outras circunst\u00e2ncias poderia ser considerado dura foi feita num astral maravilhoso. \u00cdamos caminhando de volta para a pousada Lua Cheia agora com a mar\u00e9 baixa, com \u00e1gua pelos joelhos, iluminados agora pela lua que come\u00e7ava a nascer. Finalmente alcan\u00e7amos terra firme e da\u00ed seguimos por entre trilhas no meio de uma matinha de restinga at\u00e9 chegar \u00e0 Encantadas&#8230;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ilha do Mel, por si s\u00f3, j\u00e1 nos remete a uma id\u00e9ia de para\u00edso. 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